De passagem:
Vivi, obrigada pela força. Espero que meu Projeto fique bom.
24 de abr. de 2004
6 de abr. de 2004
Resistência Reflexiva
Pensar o uso de tecnologias informatizadas na educação constitui-se um grande desafio, pois este tema sempre causou-me incômodo e resistência.
Num país de tantas carências, onde a escola pública, que atende a maioria de nossa população, vive a falta de tantas coisas essenciais, o computador fica em segundo plano. Aliado a isso, nas escolas onde trabalhei , quando existia compuatador, seu uso era privilégio de um pequeno grupo de eleitos. Não raro discuti esse fato e hoje, me pergunto o quanto isso representa uma privatização do público, dentro do público.
Agregaria ainda, o fato de nas escolas ocorrer um uso meramente instrumental da tecnologia, esvaziado de qualquer processo reflexivo. Presente também estava, a idéia do estímulo a uma prática isolacionista, que servia como uma luva aos interesses hegemônicos do neoliberalismo.
Portanto, aceitar ser campo de uma pesquisa ligada as tecnologias informatizadas configurava-se um grande desafio: pensar e viver os blogs como um espaço de possibilidades de autonomia, autoria e partilha de conhecimento.
Nesse processo, da resistência imediata, da aprendizagem instrumental e aplicativa, da automatização de procedimentos, da irritação , ocorre uma metamorfose que tem como marco o comentário de um desconhecido em meu blog pessoal. Esse fato gerou uma torrente de pensamentos e sensações, que foram da invasão à real dimensão do público no tocante aos blogs.
Isso redimensionou a amplitude dessa tecnologia, dando novos contornos às minhas reflexões e transformando a aplicação em implicação. Levei a proposta dos blogs a outros grupos e ao lado de meus senões passa a existir o reconhecimento das possibilidades que pode trazer o uso do blog na educação, como um meio, um espaço de partilha de conhecimento e da constituição de autonomia e autoria, dependendo é claro, do uso que dele possamos fazer. É desde esse movimento, que partilho aqui meu processo e a idéia das possibilidades de um espaço contra hegemônico que podemos constituir através dos blogs.
Pensar o uso de tecnologias informatizadas na educação constitui-se um grande desafio, pois este tema sempre causou-me incômodo e resistência.
Num país de tantas carências, onde a escola pública, que atende a maioria de nossa população, vive a falta de tantas coisas essenciais, o computador fica em segundo plano. Aliado a isso, nas escolas onde trabalhei , quando existia compuatador, seu uso era privilégio de um pequeno grupo de eleitos. Não raro discuti esse fato e hoje, me pergunto o quanto isso representa uma privatização do público, dentro do público.
Agregaria ainda, o fato de nas escolas ocorrer um uso meramente instrumental da tecnologia, esvaziado de qualquer processo reflexivo. Presente também estava, a idéia do estímulo a uma prática isolacionista, que servia como uma luva aos interesses hegemônicos do neoliberalismo.
Portanto, aceitar ser campo de uma pesquisa ligada as tecnologias informatizadas configurava-se um grande desafio: pensar e viver os blogs como um espaço de possibilidades de autonomia, autoria e partilha de conhecimento.
Nesse processo, da resistência imediata, da aprendizagem instrumental e aplicativa, da automatização de procedimentos, da irritação , ocorre uma metamorfose que tem como marco o comentário de um desconhecido em meu blog pessoal. Esse fato gerou uma torrente de pensamentos e sensações, que foram da invasão à real dimensão do público no tocante aos blogs.
Isso redimensionou a amplitude dessa tecnologia, dando novos contornos às minhas reflexões e transformando a aplicação em implicação. Levei a proposta dos blogs a outros grupos e ao lado de meus senões passa a existir o reconhecimento das possibilidades que pode trazer o uso do blog na educação, como um meio, um espaço de partilha de conhecimento e da constituição de autonomia e autoria, dependendo é claro, do uso que dele possamos fazer. É desde esse movimento, que partilho aqui meu processo e a idéia das possibilidades de um espaço contra hegemônico que podemos constituir através dos blogs.
21 de mar. de 2004
Relendo Barthes.... ou reflexões de um projeto
"Não posso me escrever. Qual é esse eu que se escreveria? À medida que ele fosse entrando na escritura, a escritura o esvaziaria, o tornaria vão: produzir-se-ia uma degradação progressiva, na qual a imagem do outro seria também pouco a pouco arrastada (escrever sobre alguma coisa é destruí-la), um desgosto cuja conclusão só poderia ser: para quê? O que bloqueia a escritura amorosa é a ilusão de expressividade: escritor, ou me acreditando como tal, continuo a me enganar sobre os efeitos da linguagem: não sei que a palavra sofrimento não exprime sofrimento algum e, por conseguinte, empregá-la, não somente não comunica nada, como também irrita logo (sem falar do ridículo).
Seria preciso que alguém me ensinasse que não se pode escrever sem elaborar o luto da sua sinceridade (sempre o mito de Orfeu: não olhar para trás). O que a escritura pede e que todo enamorado não lhe pode dar sem dilaceramento, é para sacrificar um pouco do seu Imaginário, e assegurar assim através da língua a assunção de um pouco de real. Tudo o que eu poderia produzir seria, no máximo, uma escritura do Imaginário; e , para isso, precisaria renunciar ao Imaginário da escritura - me deixar trabalhar pela minha língua, suportar as injustiças (as injúrias) que ela não deixará de infligir à dupla Imagem do enamorado e de seu outro"
"Não posso me escrever. Qual é esse eu que se escreveria? À medida que ele fosse entrando na escritura, a escritura o esvaziaria, o tornaria vão: produzir-se-ia uma degradação progressiva, na qual a imagem do outro seria também pouco a pouco arrastada (escrever sobre alguma coisa é destruí-la), um desgosto cuja conclusão só poderia ser: para quê? O que bloqueia a escritura amorosa é a ilusão de expressividade: escritor, ou me acreditando como tal, continuo a me enganar sobre os efeitos da linguagem: não sei que a palavra sofrimento não exprime sofrimento algum e, por conseguinte, empregá-la, não somente não comunica nada, como também irrita logo (sem falar do ridículo).
Seria preciso que alguém me ensinasse que não se pode escrever sem elaborar o luto da sua sinceridade (sempre o mito de Orfeu: não olhar para trás). O que a escritura pede e que todo enamorado não lhe pode dar sem dilaceramento, é para sacrificar um pouco do seu Imaginário, e assegurar assim através da língua a assunção de um pouco de real. Tudo o que eu poderia produzir seria, no máximo, uma escritura do Imaginário; e , para isso, precisaria renunciar ao Imaginário da escritura - me deixar trabalhar pela minha língua, suportar as injustiças (as injúrias) que ela não deixará de infligir à dupla Imagem do enamorado e de seu outro"
7 de mar. de 2004
Ando emimesmada em função do meu projeto de dissertação. Meu tempo se esgota e parece que meu cérebro se esvaziou.
Ultimamente tenho me deparado com a questão do tempo. Do tempo dos tempos! Acabo de encontrar um livreto de poesias que fiz em 1982. Quanto tempo!
O mais curioso, é que revisitando o texto verifiquei que já naquela época me questionava sobre o tempo. Tempo de amar, de chorar, de construir, de ver o tempo passar.
Ultimamente tenho me deparado com a questão do tempo. Do tempo dos tempos! Acabo de encontrar um livreto de poesias que fiz em 1982. Quanto tempo!
O mais curioso, é que revisitando o texto verifiquei que já naquela época me questionava sobre o tempo. Tempo de amar, de chorar, de construir, de ver o tempo passar.
13 de fev. de 2004
30 de jan. de 2004
Continuo irada....
O conhecimento e a ciência não são neutros. E isso não só do ponto de vista onde aquele que produz conhecimento tem uma teoria, com a qual lê o mundo, mas também e principalmente, desde o seu lugar de classe.
É por isso que quando falamos por exemplo, na transparência da universidade, de suas ações, ou quando enquanto professores nos posicionamos dessa ou daquela maneira, o fazemos desde uma posição de classe. E por mais que discursemos, é na verdade a forma como articulamos esse nosso discurso com nossas ações que demarcam nossa coerência, engendrando uma práxis.
No capitalismo temos, no sentido econômico a expropriação do trabalho; no sentido político a anulação da fala e no sentido do cotidiano, a anulação da existência, onde para além da morte no sentido físico ocorre, de forma perversa, a tentativa da morte simbólica.
Isso articula-se bem e o podemos visualizar nas relações que se estabelecem no social, como também na universidade. Temos em função da divisão entre o academicismo e a elaboração de um saber que retorne ao social visando mudanças, um espaço onde, para que exercita o olhar, a escuta, transparece, de uma forma gritante, esse processo.
Como nos mostra Wood, existe luta de classe, mesmo que não haja consciência de classe. Ou seja, seguindo Thompson, Wood reafirma que a luta de classe precede a classe. Na universidade a luta de classe também está presente, embora acabe normalmente, mascarada.
24 de jan. de 2004
As vezes fico me perguntando se toda nossa luta pela escola pública, seja ela de educação básica ou superior, não é na verdade um sonho de poucos.
Observo que todo discurso que circula sobre a importância da participação de todos, diz respeito a alguns todos
Por que? Continuamos então a legitimar que alguns são mais todos que os outros, que alguns por obra do Divino têm mais direitos, mais voz, mais condições, mais não sei o que. Continuamos na verdade, dessa forma, a manter uma universidade elitista e pouco transparente.
Tô irada hoje.
Observo que todo discurso que circula sobre a importância da participação de todos, diz respeito a alguns todos
Por que? Continuamos então a legitimar que alguns são mais todos que os outros, que alguns por obra do Divino têm mais direitos, mais voz, mais condições, mais não sei o que. Continuamos na verdade, dessa forma, a manter uma universidade elitista e pouco transparente.
Tô irada hoje.
Tecendo sentidos:J
- Por que aceitar ser campo de pesquisa em uma área onde apresento resistência?
- Resistência verbalizada.
- Aprendizagem instrumental.
- Rotinizando os procedimentos.
- Aplicar a técnica
- Resistência reflexiva.
- A real dimensão do "público" .
- Metamorfose
- Arrumando a casa.
- Implicar-se: possibilidade de autoria?
- Levantando questões
- Um sub projeto: Clássicos Brasileiros
- Postagem coletiva
- Introduzindo os comentários
- Adivinha quem está falando sobre tecnologia?
- Gramsci tinha razão: os círculos de cultura.
- Por que aceitar ser campo de pesquisa em uma área onde apresento resistência?
- Resistência verbalizada.
- Aprendizagem instrumental.
- Rotinizando os procedimentos.
- Aplicar a técnica
- Resistência reflexiva.
- A real dimensão do "público" .
- Metamorfose
- Arrumando a casa.
- Implicar-se: possibilidade de autoria?
- Levantando questões
- Um sub projeto: Clássicos Brasileiros
- Postagem coletiva
- Introduzindo os comentários
- Adivinha quem está falando sobre tecnologia?
- Gramsci tinha razão: os círculos de cultura.
18 de jan. de 2004
De passagem:
A correria anda grande. Passei em casa rapidamente e vi o reclame da Su sobre a vagarosidade neste espaço.
Entre uma turma e outra de alunos, emerge novamente a articulação de Habermas na gestão escolar democrática, dessa vez aportando também Freire tendo como fio a teoria dialética. Estou curiosa para ver como isso será construido.
A correria anda grande. Passei em casa rapidamente e vi o reclame da Su sobre a vagarosidade neste espaço.
Entre uma turma e outra de alunos, emerge novamente a articulação de Habermas na gestão escolar democrática, dessa vez aportando também Freire tendo como fio a teoria dialética. Estou curiosa para ver como isso será construido.
4 de jan. de 2004
Domingo de sol. Porto Alegre, que estava deserta em função das festas, começa lentamente a tomar novamente ares de cidade grande.
Eu aqui me dividindo entre o trabalho a apresentar na terça - sociedade civil e política de identidades - e atender Jana e Gabi que estão agitadas após assistirem um filme, que segundo elas "joga adrenalina até no pé" (!!!!!!!) . Ao mesmo tempo, elas querem minha atenção e suporte para confeccionar as bijuterias com o aparato que ganharam da vó, que passou conosco o ano novo. A vinda de minha mãe nesta passagem de ano, foi uma grande alegria, mas também senti uma tristeza infinita, pois provavelmente foi o último, e eu não posso fazer nada pra deter isso.
Quando penso nisso, lemro de uma frase que ouvi não sei onde, que diz o seguinte: "as meninas boazinhas vão para o céu e as mazinhas, vão à luta". Talvez o que eu possa fazer prá minha mãe, mesmo não sendo a filha ideal, é continuar indo à luta.L
Eu aqui me dividindo entre o trabalho a apresentar na terça - sociedade civil e política de identidades - e atender Jana e Gabi que estão agitadas após assistirem um filme, que segundo elas "joga adrenalina até no pé" (!!!!!!!) . Ao mesmo tempo, elas querem minha atenção e suporte para confeccionar as bijuterias com o aparato que ganharam da vó, que passou conosco o ano novo. A vinda de minha mãe nesta passagem de ano, foi uma grande alegria, mas também senti uma tristeza infinita, pois provavelmente foi o último, e eu não posso fazer nada pra deter isso.
Quando penso nisso, lemro de uma frase que ouvi não sei onde, que diz o seguinte: "as meninas boazinhas vão para o céu e as mazinhas, vão à luta". Talvez o que eu possa fazer prá minha mãe, mesmo não sendo a filha ideal, é continuar indo à luta.L
1 de jan. de 2004
A quem souber:
Preciso localizar a referência completa do escrito de Eduardo Galeano, do qual tenho um fragmento e algumas informações. Se alguém puder me ajudar, agradeço.
" Quien escribe teje. Texto proviene del latín textum, que significa tejido. Con hilos de palabras vamos diciendo, com hilos de tiempo vamos viviendo. Los textos son, como nosotros, tejidos que andan... " (GALEANO, Eduardo. Tejídos, 2000).
Preciso localizar a referência completa do escrito de Eduardo Galeano, do qual tenho um fragmento e algumas informações. Se alguém puder me ajudar, agradeço.
" Quien escribe teje. Texto proviene del latín textum, que significa tejido. Con hilos de palabras vamos diciendo, com hilos de tiempo vamos viviendo. Los textos son, como nosotros, tejidos que andan... " (GALEANO, Eduardo. Tejídos, 2000).
30 de dez. de 2003
Tem aumentado minha indignação com as propagandas da MONSANTO. Devem ter investido uma grana bem alta, visto os horários em que surgem na telinha.
Uns cara de pau mesmo! Exploram belas imagens, dialogos entre gerações, o fim da fome, o avanço tecnológico. Bons manipuladores não só do soja, mas da esperança e sonho das pessoas de um mundo melhor, mais justo,mais digno.
Fiquei tão irritada que comecei a xingar, para espanto de Jana e Gabi. Queriam saber porque eu tava tão braba com uma propaganda tão linda, que "vai trazer mais comida, e que as plantas não vão morrer tão fácil". Aí, quem se espantou fui eu.
Como explicar isso para duas crianças de 9 anos? A colocação delas não é diferente de um grande número de pessoas.
O transgênico não produz semente, o que implica em ter que sempre comprá-las e, pagando o preço exigido. Expandindo-se a produção de transgênicos, corremos o risco de ver desaparecer, ao longo do tempo, os não transgênicos e aí, a abundância prometida, o fim da fome no mundo fica cada vez mais distante, dependendo dos interesses do capital.
Enquanto isso, nossos pequenos agricultores não têm terra. Os que tem, via de regra dependem dos famigerados agrotóxicos, visto que o controle biológico ainda é pouco conhecido. Quem sabe investir pesado em belas propagandas sobre biotecnologia no sentido inverso dos transgênicos, ou seja, a permacultura, a agrobiologia? Mas programas desse gênero só passam cedo da manhã, ou em outros horários pouco vistos por um grande número de pessoas.
É, são os meios de comunicação a serviço do social!!!!!!
Não sei se minhas filhas entenderam tudo o que expliquei, mas tentaram algumas articulações via perguntas. Cada vez tenho mais convivção da importância de ver TV com elas e ir fazendo aportes aos programas que assistem, inclusive os perversos contos da MONSATO.
Uns cara de pau mesmo! Exploram belas imagens, dialogos entre gerações, o fim da fome, o avanço tecnológico. Bons manipuladores não só do soja, mas da esperança e sonho das pessoas de um mundo melhor, mais justo,mais digno.
Fiquei tão irritada que comecei a xingar, para espanto de Jana e Gabi. Queriam saber porque eu tava tão braba com uma propaganda tão linda, que "vai trazer mais comida, e que as plantas não vão morrer tão fácil". Aí, quem se espantou fui eu.
Como explicar isso para duas crianças de 9 anos? A colocação delas não é diferente de um grande número de pessoas.
O transgênico não produz semente, o que implica em ter que sempre comprá-las e, pagando o preço exigido. Expandindo-se a produção de transgênicos, corremos o risco de ver desaparecer, ao longo do tempo, os não transgênicos e aí, a abundância prometida, o fim da fome no mundo fica cada vez mais distante, dependendo dos interesses do capital.
Enquanto isso, nossos pequenos agricultores não têm terra. Os que tem, via de regra dependem dos famigerados agrotóxicos, visto que o controle biológico ainda é pouco conhecido. Quem sabe investir pesado em belas propagandas sobre biotecnologia no sentido inverso dos transgênicos, ou seja, a permacultura, a agrobiologia? Mas programas desse gênero só passam cedo da manhã, ou em outros horários pouco vistos por um grande número de pessoas.
É, são os meios de comunicação a serviço do social!!!!!!
Não sei se minhas filhas entenderam tudo o que expliquei, mas tentaram algumas articulações via perguntas. Cada vez tenho mais convivção da importância de ver TV com elas e ir fazendo aportes aos programas que assistem, inclusive os perversos contos da MONSATO.
28 de dez. de 2003
27 de dez. de 2003
25 de dez. de 2003
17 de dez. de 2003
Bolgquests - Mecanismos de busca e pesquisa na web
1. Por que o radaruol diz: tecnologia google?
2. Por que alguns sites ftp tem restrição de acesso?
Para não esquecer:
3. Diretórios:http://br.yahoo.com/
4. Catálogos:
http://www.google.com
http://www.altavista.digital.com
http://lycos.com
http://www.radaruol.com.br
5. Metaformulários
http://www.metacrawler.com
http://profusion.ittc.ukans.edu/
6.Gophers:Aleph , FTP
lista de ftps com os respectivos diretórios públicos e informações disponíveis >> Anonymous FTP Sites In Domain BR
1. Por que o radaruol diz: tecnologia google?
2. Por que alguns sites ftp tem restrição de acesso?
Para não esquecer:
3. Diretórios:http://br.yahoo.com/
4. Catálogos:
http://www.google.com
http://www.altavista.digital.com
http://lycos.com
http://www.radaruol.com.br
5. Metaformulários
http://www.metacrawler.com
http://profusion.ittc.ukans.edu/
6.Gophers:Aleph , FTP
lista de ftps com os respectivos diretórios públicos e informações disponíveis >> Anonymous FTP Sites In Domain BR
15 de dez. de 2003
As vezes recebemos por email textos que nos enfurecem e exigem resposta. Foi o que aconteceu no domingo, com a Suzana .
Vejam o texto que ela recebeu:
A diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade do país.
Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que tem mais de 2000 anos e são pobres.Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos eram inexpressivos, hoje são países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não reside nos recursos naturais disponíveis.
O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial.O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima do mundo todo eexportando produtos manufaturados.
Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau mas tem o melhor chocolate domundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, fabrica laticínios damelhor qualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de segurança,
ordem e trabalho, o que o tranformou na caixa forte do mundo.
Executivos de países ricos que se relacionam com seus pares de países pobres mostram que não há diferença intelectual significativa.
A raça ou a cor da pele também não são importantes:imigrantes rotulados de preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.
Qual é então a diferença? A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela
educação e pela cultura. Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos,
constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:
1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis e regulamentos.
5. O respeito pelo direito dos demais cidadãos.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço pela poupança e pelo investimento.
8. O desejo de superação.
9. A pontualidade.
Nos países pobres apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua
vida diária. Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza
foi cruel conosco.
Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir eensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.
Se você não repassar este e-mail nada vai lhe acontecer. Seu animal de estimação não vai morrer,
você não será mandado embora de seu emprego, não vai ter azar por sete anos nem tampouco vai ficar doente.
Se você ama o Brasil faça circular esta mensagem para que a maior quantidade de pessoas reflita
sobre isto e MUDE!!!
Como não podia deixar de ser, a resposta da Su, foi uma paulada. Vejam
Vocês apenas esqueceram de mencionar que a maioria de nossos ladrões e corruptos não estão no povo e sim nos que até estudaram nestes paises exemplares.
Esqueceram de mencionar o tempo em que financiamos o progresso deles como colônia.
Esqueceram de mencionar que todos os meses sangramos pagando a agiotas internacionais tipo FMI.
Somos um povo que dá um duro danado pra se manter vivo e sempre vem alguém geralmente de barriga cheia e cabeça vazia com este tipo de cantilena idiota e desinformada.
Aí vai um bom texto, que dá um belo exemplo do porquê somos pobres. Por valores como estes e que NÃO são valores dos brasileiros e, sim, valores de ALGUNS pouquissimos brasileiros, adotados por uma elite que concentra nossa riqueza como país. Somos um país rico, nosso povo que é EMpobrecido.
O mesmo me disse um colega da Guiné, num Congresso. Meu país é rico, mas o povo é pobre, pois a bauxita e os diamantes ficam com as transacionais, por uma meia dúzia de acordos feitos pela meia dúzia de ricos do país.
A bolsa ou a vida!
por Cora Ronai (no Globo em 13/11)
O que é mais cafona: uma bolsa Vuitton autêntica a R$ 3.500 ou uma falsificada a R$ 300?
Quem leu o Ela no sábado passado sabe: Maria Clara Diniz, a heroína da novela das oito, usava bolsa Vuitton falsificada. Inacreditável! A contravenção foi descoberta pelo diretor-geral da marca que, chocado com o faux-pas da produção, prontamente enviou para a Rede Globo uma bolsa original. Agora, o pessoal da Delegacia de Repressão contra os Crimes de Propriedade e Material (que não se perca pela extensão do nome), recém-criada aqui no Rio e primeira do Brasil, já pode respirar aliviado: sai a bolsa cafona de R$ 300, entra a bolsa cafona de R$ 3.500.
Embora, tirando o atento diretor-geral da Vuitton, ninguém vá reparar na diferença.
É muito grave o problema social criado pela bolsa Vuitton falsificada. Medidas urgentes têm que ser - e serão! - tomadas para garantir que a patroa, ao sair pelo elevador social com sua bolsa comprada a peso de euro, de ouro, em Paris, não passe pelo constrangimento de cruzar na portaria com a empregada, que entra pelo elevador de serviço, portando uma bolsa não-Vuitton, igualzinha, comprada a dez real ali na esquina. Onde é que nós vamos parar? Assim, vamos acabar batendo com a cabeça na igualdade.
* * *
Não é cômico. É até muito sério. Mas não pelo artigo pirata, e sim pelo artigo genuíno. Há algo errado, até socialmente doente, com uma bolsa de R$ 3.500. E há algo de muito errado com uma sociedade em que alguém que compra uma bolsa de R$ 3.500 é considerado chique, e não otário.
Não há, numa bolsa, material ou qualidade de trabalho que justifiquem um preço desses; a não ser, é claro, o valor intangível daquelas letrinhas estampadas, cuja única finalidade é proclamar aos céus que ali vai uma pessoa com muito dinheiro e pouco critério. Em suma: um otário. Feminino, na grande maioria dos casos.
* * *
Ao contrário do que esse parágrafo pareça insinuar, eu não sou uma Ralph Nader tardia. Como quase todo mundo - intelectuais do Joãosinho Trinta à parte - gosto de luxo e riqueza, e já fiz extravagâncias de consumo suficientes para arder para sempre no fogo do inferno, que se alimenta basicamente na fogueira das vaidades burguesas.
Mas há uma perversidade na relação custo-benefício de uma bolsa Vuitton, um exagero de consumo, que me revolta pela evidente agressão social que projeta. Há uma profunda deselegância moral naquelas letrinhas estampadas. Seriam mais honestas se fossem cifrões. Que me desculpem a Maria Clara Diniz, o diretor-geral da marca e as moças todas que andam por aí de Vuitton a tiracolo, falso ou verdadeiro. É tudo falso.
* * *
E é implicância minha sim. Mas não com a Vuitton, especificamente. A Vuitton é apenas o emblema momentâneo do meu completo desgosto com pessoas cujos valores sociais e humanos são tão primários, mas tão primários, que dependem de bol$a$ como essas para saber com quem devem se relacionar.
É isso aí SU!!!!
14 de dez. de 2003
Acácia Kuenzer
Na quarta-feira, 10 de dezembro, tive a oportunidade de ouvir e conhecer, ao vivo e a cores, a professora Acácia Kuenzer.
Confesso que a achei muito diferente da idéia feita em meu imaginário. Sua fala foi consistente, contundente e de grande sensibilidade. Uma belezura como diria mestre Freire.
A seguir, transcrevo algumas das anotações que fiz.
A questão sobre a qual falarei hoje, já coloquei na ANPED. O que fazer com o ensino médio? O que fazer com a educação profissional? Com relação ou não ao ensino médio?
Os dilemas dessa discussão, tem sua origem na organização da sociedade e não na escola. Na estrutura de sociedade capitalista onde podemos fazer alguns remendos. De que educação profissional estamos falando? Sim, pois o pós-doutorado é também uma educação profissional, quando preparo meu neto para o raciocínio lógico formal, também é eduicação profissional. Então, a questão é: do que falamos e para quem. Temos que discutir a partir da dualidade estrutural:
da elite que faz formação profissional a partir da graduação ou da classe que vive do trabalho e que faz como dá a sua formação.
As macro categorias continuam as mesmas com nuances diferenciadas a partir dos anos 80. Houveram transformações? Sim. Muda o que?
Com relação a concepção de trabalho e que impacto traz? Que mudanças traz o modelo técnico baseado na microeletrônica?
Trabalhar é enfrentar eventos. As formas de trabalho típicas do taylorismo-fordismo não deixam de ser hegemônicas na microeletrônica. Saber fazer, competência. Saber fazer voltado para operações definidas, transparentes... pouca escolaridade e muita experiência. Educar-se para o trabalho no trabalho. Era um conhecimento tácito, advém de problemas
que se colocam para o trabalhador e que ele resolve fazendo, e não por apropriação teórica. Um saber fazer adquirido ao longo da experiência laboral. está circunscrito a uma não sistematização e este conhecimento não se transfere, ou seja, o conhecimento tácito não se repassa.
Quando a base eletromecânica desaparece e temos a base microeletrônica, vai acontecer uma mudança de qualidade. O trabalhador das novas tecnologias não faz, não tem mais nem a parte do fim do trabalho concreto e começo do abstrato. ele só intervém quando o equipamento não funciona. Trabalhar, a partir daí, não é mais enfrentar eventos. O conhecimento tácito que caracterizava suas competências não dá mais conta. É preciso uma outra compreensão do que é competência. Esta passa a ser a capacidade de resolver trabalho complexo com relativa rapidez, O exercício de interferência vai determinar o ser ou não ser competente.
Só posso entender a educação profissional a partir da análise das cadeias produtivas, vendo a combinação das diferentes formas de precarização do trabalho ao longo da cadeia.
Cada vez mais é necessário um número pequeno de trabalhadores, cada vez mais especificados. Educação profissional de quem vai trabalhar no setor.
Onde se localizam os perdedores da resstruturação produtiva? Onde ficam os educadores?A inserção na vida social e produtiva exige o ensino médio. O que temos ofertado para os perdedores em termos de educação profissional é uma política precária para formar trabalhadores precarizados para uma inserção de precaridade.
Uma revisão teria que passar pelo resgate do espaço público, o que não seria remendo, seria garantir o acesso no mínimo à graduação. Democratização de uma educação de qualidade na esfera pública.
Bem, voltemos aos dilemas dos quais falei no início. A compreensão de que o ensino médio é parte da educação básica é o movimento dos mais progressistas, A classe trabalhadora só tem na escola a possibilidade de ter acesso ao conhecimento. Como conciliaro direito de estar na escola de qualidade e ao mesmo tempo que precisa do conhecimento sobre o trabalho.
Ensino médio ou educação profissional?
O que é a nova pedagogia do trabalho? É uma nova dialética entre o trabalho e a ....
Na quarta-feira, 10 de dezembro, tive a oportunidade de ouvir e conhecer, ao vivo e a cores, a professora Acácia Kuenzer.
Confesso que a achei muito diferente da idéia feita em meu imaginário. Sua fala foi consistente, contundente e de grande sensibilidade. Uma belezura como diria mestre Freire.
A seguir, transcrevo algumas das anotações que fiz.
A questão sobre a qual falarei hoje, já coloquei na ANPED. O que fazer com o ensino médio? O que fazer com a educação profissional? Com relação ou não ao ensino médio?
Os dilemas dessa discussão, tem sua origem na organização da sociedade e não na escola. Na estrutura de sociedade capitalista onde podemos fazer alguns remendos. De que educação profissional estamos falando? Sim, pois o pós-doutorado é também uma educação profissional, quando preparo meu neto para o raciocínio lógico formal, também é eduicação profissional. Então, a questão é: do que falamos e para quem. Temos que discutir a partir da dualidade estrutural:
da elite que faz formação profissional a partir da graduação ou da classe que vive do trabalho e que faz como dá a sua formação.
As macro categorias continuam as mesmas com nuances diferenciadas a partir dos anos 80. Houveram transformações? Sim. Muda o que?
Com relação a concepção de trabalho e que impacto traz? Que mudanças traz o modelo técnico baseado na microeletrônica?
Trabalhar é enfrentar eventos. As formas de trabalho típicas do taylorismo-fordismo não deixam de ser hegemônicas na microeletrônica. Saber fazer, competência. Saber fazer voltado para operações definidas, transparentes... pouca escolaridade e muita experiência. Educar-se para o trabalho no trabalho. Era um conhecimento tácito, advém de problemas
que se colocam para o trabalhador e que ele resolve fazendo, e não por apropriação teórica. Um saber fazer adquirido ao longo da experiência laboral. está circunscrito a uma não sistematização e este conhecimento não se transfere, ou seja, o conhecimento tácito não se repassa.
Quando a base eletromecânica desaparece e temos a base microeletrônica, vai acontecer uma mudança de qualidade. O trabalhador das novas tecnologias não faz, não tem mais nem a parte do fim do trabalho concreto e começo do abstrato. ele só intervém quando o equipamento não funciona. Trabalhar, a partir daí, não é mais enfrentar eventos. O conhecimento tácito que caracterizava suas competências não dá mais conta. É preciso uma outra compreensão do que é competência. Esta passa a ser a capacidade de resolver trabalho complexo com relativa rapidez, O exercício de interferência vai determinar o ser ou não ser competente.
Só posso entender a educação profissional a partir da análise das cadeias produtivas, vendo a combinação das diferentes formas de precarização do trabalho ao longo da cadeia.
Cada vez mais é necessário um número pequeno de trabalhadores, cada vez mais especificados. Educação profissional de quem vai trabalhar no setor.
Onde se localizam os perdedores da resstruturação produtiva? Onde ficam os educadores?A inserção na vida social e produtiva exige o ensino médio. O que temos ofertado para os perdedores em termos de educação profissional é uma política precária para formar trabalhadores precarizados para uma inserção de precaridade.
Uma revisão teria que passar pelo resgate do espaço público, o que não seria remendo, seria garantir o acesso no mínimo à graduação. Democratização de uma educação de qualidade na esfera pública.
Bem, voltemos aos dilemas dos quais falei no início. A compreensão de que o ensino médio é parte da educação básica é o movimento dos mais progressistas, A classe trabalhadora só tem na escola a possibilidade de ter acesso ao conhecimento. Como conciliaro direito de estar na escola de qualidade e ao mesmo tempo que precisa do conhecimento sobre o trabalho.
Ensino médio ou educação profissional?
O que é a nova pedagogia do trabalho? É uma nova dialética entre o trabalho e a ....
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